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	<title>Travessias</title>
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		<title>Travessias</title>
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		<title>Cid Gomes, a parceria com empresários da construção civil, as desapropriações e o &#8220;tatuzão&#8221;</title>
		<link>http://accosta.wordpress.com/2011/11/25/cid-gomes-a-parceria-com-empresarios-da-construcao-civil-as-desapropriacoes-e-o-tatuzao/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 16:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>costaacf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[BASTIDORES DO &#8220;PLANEJAMENTO&#8221; URBANO NO CEARÁ “EU VOU ATRÁS DO TATUZÃO”, DIZ CID GOMES AO NEGOCIAR DESAPROPRIAÇÃO COM EMPRESÁRIOS Por Kezya Diniz  Blog POLÍTIKA, site da TV JANGADEIRO ONLINE  às 11:49 de 22/11/2011 - Atualizada às 16:37 Caiu na rede. Um vídeo com uma conversa entre o governador Cid Gomes (PSB) e empresários vem causando polêmica no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5327&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff6600;"><strong>BASTIDORES DO &#8220;PLANEJAMENTO&#8221; URBANO NO CEARÁ</strong></span></span></p>
<div style="text-align:center;">
<h2 style="text-align:center;"><a href="http://politika.jangadeiroonline.com.br/ceara/eu-vou-atras-do-tatuzao-diz-cid-gomes-ao-negociar-desapropriacao-com-empresarios/">“EU VOU ATRÁS DO TATUZÃO”, DIZ CID GOMES AO NEGOCIAR DESAPROPRIAÇÃO COM EMPRESÁRIOS</a></h2>
<p><span style="color:#ff6600;"><a href="http://politika.jangadeiroonline.com.br/ceara/eu-vou-atras-do-tatuzao-diz-cid-gomes-ao-negociar-desapropriacao-com-empresarios/"><span style="color:#ff6600;">Por Kezya Diniz  Blog POLÍTIKA, site da TV JANGADEIRO ONLINE  às 11:49 de 22/11/2011 - </span></a><strong><a href="http://politika.jangadeiroonline.com.br/ceara/eu-vou-atras-do-tatuzao-diz-cid-gomes-ao-negociar-desapropriacao-com-empresarios/"><span style="color:#ff6600;">Atualizada às 16:37</span></a></strong></span></p>
<div></div>
</div>
<div>
<p>Caiu na rede. Um vídeo com uma conversa entre o governador Cid Gomes (PSB) e empresários vem causando polêmica no mundo virtual e no meio político. Na filmagem, o governador conversa com dois empresários sobre como fazer para desapropriar terrenos em Fortaleza para a construção de estações do metrô e ainda sugere um modelo para o processo. “<strong><em>Então vê se a gente faz um rolo aí. Eu desaproprio e depois a gente vê tipo uma indenização. Vocês pagam o Estado…”,</em></strong> diz Cid Gomes</p>
<p>Segundo mostra o vídeo, Cid Gomes diz que há três pontos - um na rua Nunes Valente, outro na Leonardo Mota, ambos no bairro Aldeota, e outro no bairro Papicu - que devem ser desapropriados para construção das estações. <strong><em>“Dá para fazer. Você faz a estação em baixo, eu vou ter que desapropriar, porque a estação vai ser fora da rua, provalvelmente”,</em></strong> declara o governador.</p>
<p><strong>Proposta</strong><br />
Na conversa, Cid propõe que o Estado desaproprie as áreas dos locais onde vão ser construídas as estações, e os empresários deêm o dinheiro referente a essas desapropriações. Em troca, eles poderão<strong> <em>“verticalizar”.</em></strong> Ou seja, poderão construir prédios nesses locais ou próximos a eles.</p>
<p><strong><em>“Então vê se a gente faz um rolo aí. Eu desaproprio e depois a gente vê  tipo uma indenização. Vocês pagam o Estado e isso (…)”, </em></strong>diz antes de ser interrompido por um dos empresários que sugere:<strong><em> “vamos imaginar, vamos imaginar”. </em></strong></p>
<p>Cid Gomes então continua: <em><strong> “Eu tô imaginando assim: o Estado é mais fácil de desapropriar. Eu desaproprio. Eu construo a estação, tenho dinheiro para isso”,</strong> diz Cid Gomes. <strong>“O dinheiro da desapropriação vocês me dão e isso fica como uma coisa para ser… compensada”,</strong></em> completa o governador aos empresários.</p>
<p><strong>Tatuzão<br />
</strong>No fim da conversa, um dos empresários diz que vai passar o tatuzão. O governador, por sua vez, replica:<strong>  “<em>Eu vou atrás do tatuzão</em>“.</strong> Tatuzão é o nome de uma máquina escavadeira de 95 metros de comprimento e 1.800 toneladas de peso que é usada na construção civil para cavar túneis de metrôs.</p>
<p>A declaração foi feita após um evento realizado na última quinta-feira (17) em Fortaleza, em que o governador foi homenageado.</p>
</div>
<p style="text-align:center;"><strong>CLIQUE NO LINK PARA VER O VÍDEO POSTADO NA INTERNET</strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=K-fDWMpY2rk"><span style="color:#ff6600;">http://goo.gl/Y2cKU</span></a></strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Resposta do Governo<br />
</strong>O Jangadeiro Online procurou a assessoria de Comunicação do Governo do Ceará, que pediu um e-mail com as informações, mas até agora não deu um retorno com o posicionamento sobre as declarações dadas pelo Governador e registradas no vídeo.</p>
<p style="text-align:left;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/accosta.wordpress.com/5327/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/accosta.wordpress.com/5327/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/accosta.wordpress.com/5327/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/accosta.wordpress.com/5327/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/accosta.wordpress.com/5327/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/accosta.wordpress.com/5327/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/accosta.wordpress.com/5327/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/accosta.wordpress.com/5327/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/accosta.wordpress.com/5327/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/accosta.wordpress.com/5327/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/accosta.wordpress.com/5327/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/accosta.wordpress.com/5327/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/accosta.wordpress.com/5327/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/accosta.wordpress.com/5327/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5327&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Risco de desmatamento associado à hidrelétrica de Belo Monte</title>
		<link>http://accosta.wordpress.com/2011/08/23/risco-de-desmatamento-associado-a-hidreletrica-de-belo-monte/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 19:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>costaacf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonia]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a avaliação do licenciamento da hidrelétrica (UHE) de Belo Monte no Pará, o Ibama solicitou uma análise do risco de desmatamento indireto desta obra; ou seja, o desmatamento além da área que seria alagada ou usada para as construções. O desmatamento indireto seria causado principalmente pela imigração (que poderia atingir até 96 mil pessoas) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5322&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a avaliação do licenciamento da hidrelétrica (UHE) de Belo Monte no Pará, o Ibama solicitou uma análise do risco de desmatamento indireto desta obra; ou seja, o desmatamento além da área que seria alagada ou usada para as construções. O desmatamento indireto seria causado principalmente pela imigração (que poderia atingir até 96 mil pessoas) e pelo estímulo ao aumento de atividades econômicas locais. Especificamente, o Ibama solicitou a estimativa das áreas sob risco de desmatamentos e sugestões para reduzir o risco.</p>
<p>O Imazon estimou a taxa provável de desmatamento até 2031 considerando cenários com e sem a construção da UHE e diferentes tendências de desmatamento. Combinando a tendência do desmatamento mais baixa do período 2006-2009 com as projeções de população com o projeto, foi projetado que seriam desmatados em torno de 800 km2 adicionais em 20 anos. Já considerando a tendência do desmatamento mais elevada do período 2000-2005, projetou-se que seriam desmatados de 4.408 km2 a 5.316 km2 adicionais, dependendo do nível de imigração.</p>
<p>Para mitigar o risco de desmatamento, considerou-se a criação e implantação de Áreas Protegidas propostas (14.608 km2), o reforço da fiscalização e do licenciamento ambiental de imóveis rurais. O estudo levou em consideração a criação de áreas propostas pelo Projeto Básico Ambiental (PBA) (1.023 km2), e pelo próprio estudo (241km2), e também a criação das Florestas Nacionais propostas pelo Sistema Florestal Brasileiro.</p>
<p>Num cenário de alta taxa de desmatamento, a criação das áreas propostas evitaria 4.187 km2 de desmatamento ou 79% da área sob risco indireto do projeto. Considerando uma baixa taxa de desmatamento, seriam evitados 3.184 km2. Portanto, o desmatamento evitado neste cenário equivaleria a 3,6 vezes a área de risco adicional do projeto.</p>
<p>O potencial de mitigação das Áreas Protegidas só seria efetivo se não ocorresse deslocamento do desmatamento evitado nessas áreas para os imóveis privados. Assim, seria necessário aumentar a eficácia da fiscalização ambiental das áreas privadas. Para isso seria necessário aumentar a cobrança das multas já aplicadas além de manter o embargo econômico de áreas desmatadas ilegalmente.</p>
<p>A terceira opção para mitigação seria apoiar o licenciamento ambiental dos imóveis rurais. Até fevereiro de 2011, cerca de três quartos dos imóveis rurais da região em torno de Altamira estavam fora do Cadastro Ambiental Rural (CAR) o que dificulta a punição de quem desmata ilegalmente. O empreendedor poderia apoiar as Secretarias Municipais e Estadual de Meio Ambiente no esforço para o cadastramento dos imóveis.</p>
<p>Link para o estudo: <span style="color:#ff6600;"><a href="http://t.co/RNVQwkj"><span style="color:#ff6600;">http://t.co/RNVQwkj</span></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/accosta.wordpress.com/5322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/accosta.wordpress.com/5322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/accosta.wordpress.com/5322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/accosta.wordpress.com/5322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/accosta.wordpress.com/5322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/accosta.wordpress.com/5322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/accosta.wordpress.com/5322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/accosta.wordpress.com/5322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/accosta.wordpress.com/5322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/accosta.wordpress.com/5322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/accosta.wordpress.com/5322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/accosta.wordpress.com/5322/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/accosta.wordpress.com/5322/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/accosta.wordpress.com/5322/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5322&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Jornalismo de Tijela Inteira?</title>
		<link>http://accosta.wordpress.com/2011/06/29/jornalismo-de-tijela-inteira/</link>
		<comments>http://accosta.wordpress.com/2011/06/29/jornalismo-de-tijela-inteira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 16:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>costaacf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Alexandre Araújo Costa (*) É lamentável que possa haver qualquer publicidade adicional para textos como os escritos pelo Sr. Reinaldo Azevedo, mas infelizmente, desta vez, ele tocou em algo que me é bastante caro: a ciência a que me dedico há 19 anos, dentre os quais se incluem um título de mestre e um de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5316&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Alexandre Araújo Costa (*)</strong></span></p>
<p>É lamentável que possa haver qualquer publicidade adicional para textos como os escritos pelo Sr. Reinaldo Azevedo, mas infelizmente, desta vez, ele tocou em algo que me é bastante caro: a ciência a que me dedico há 19 anos, dentre os quais se incluem um título de mestre e um de Ph.D., um estágio de pós-doutorado e algumas dezenas de publicações que incluem artigos em periódicos e em anais de eventos científicos, capítulos de livro, etc. Daí, tenho que divulgar o “link”, para que os que vierem a lerem estas linhas possam saber do que falo: <span style="color:#ff6600;"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/profetas-de-meia-tigela/"><span style="color:#ff6600;">http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/profetas-de-meia-tigela/</span></a></span>. Neste caso, se há uma coisa me deixa menos preocupado quanto à publicidade, é saber que tais leitores meus serão poucos.</p>
<p>É evidente que o tipo de opinião manifestada no texto que menciono presta um grande desserviço no que diz respeito a esclarecimento junto ao público leigo da questão climática, não essa questão crucial com um mínimo de seriedade e carece, evidentemente, dos padrões mínimos de honestidade intelectual. Uma digressão que devo fazer aqui é que, como cientista, tenho de estar sempre aberto a testar diferentes hipóteses e é preciso, portanto, manter-se ciente da possibilidade de que o Sr. Reinaldo Azevedo realmente acredita no que escreve ou de que simplesmente ele não se leva muito a sério e, no fundo, quer mesmo fazer pilhéria com o seu incauto leitor que acredita em tudo que ele escreve. De qualquer maneira, tenham sido eles motivados por má fé, por uma honesta ignorância ou por falta de seriedade, os erros presentes em seu texto precisam de correção.</p>
<p>O primeiro problema evidentemente se dá a usar o termo “Igreja”, como se a questão do aquecimento global e da mudança climática antropogênica fosse de “crença”. É obviamente uma falsificação de em que bases opera a ciência, em cujo cerne estão evidências que nos permitem formular hipóteses,construir teorias e prever o comportamento e a evolução de sistemas físicos, químicos, biológicos, etc. Não me parece haver margem para se decidir entre “crer” ou “não crer” na Gravitação Universal ou na Evolução das Espécies. Até onde sei, objetos caem e espécies se adaptam ou se extinguem a não ser que você esteja em algum rincão do Kansas. Como estas teorias (que, diferente do seu uso coloquial, em ciência significa bem mais do que uma simples hipótese), o conhecimento humano sobre o Efeito Estufa não é nenhuma novidade. Sabe-se que graças à presença de gases minoritários em nossa atmosfera (principalmente vapor d ́água e gás carbônico, mas também metano, óxido nitroso etc.), a temperatura da superfície do planeta não é de gélidos -18oC; sabe-se que devido à predominância de gás carbônico na atmosfera de Vênus, este é o planeta mais quente de nosso sistema, mesmo sendo o segundo em distância ao sol (em função da alta refletividade das nuvens que o recobrem, ele termina recebendo em sua superfície apenas 1/12 da radiação que chega em Mercúrio, o que é menos do que a radiação solar que atinge a superfície da Terra). Se há alguma crença desconectada do bom senso e digna da mais estranha fé fundamentalista é a de que aumentar a concentração de gases de efeito estufa não traga como conseqüência inevitável o aquecimento do planeta. É simples: a mesma quantidade de energia continua a chegar de fora, na forma de radiação solar, ao mesmo tempo em que menos radiação infravermelho deixa o planeta rumo ao espaço por ser retida por esses gasesem nossa atmosfera. Como me parece bem mais razoável achar que nenhuma força sobrenatural faça esse saldo de energia desaparecer, ou mude num passe de mágica as propriedades físicas das moléculas de CO2, acho, sim, que é preciso tomar cuidado com o que se anda expelindo por aí das termelétricas, dos motores a combustão, das queimadas&#8230; Se havia alguma dúvida sobre se as atividades humanas estariam contribuindo ou não para aquecer o planeta era baseada no fato de que também lançamos aerossóis (pequenas partículas que ficam em suspensão na atmosfera) quando se queimam combustíveis fósseis e florestas e em processos industriais. Alguns cientistas achavam que estes, ao bloquearem a radiação solar a alterar propriedades das nuvens, poderiam se contrapor ao aquecimento causado pelo aumento da concentração de CO2 e outros gases. Hoje, sabe-se que os efeitos dos aerossóis cancelam apenas parte do efeito estufa associado a estes últimos.</p>
<p>Se “apenas uma teoria” (a gravidade também é “apenas uma teoria”) não bastar para gerar essas preocupações, lembro que todas as evidências observacionais (medidas de termômetros à superfície desde o século XIX e medidas de radiossondagens e estimativas de satélite mais recentemente) mostram que já existe um aumento da temperatura média do planeta (coerente com alterações no oceano e na criosfera, isto é, no gelo, em escala global). Além disso, há registros incontestáveis do passado de quando, por causas naturais e com variações bem mais lentas, a atmosfera terrestre abrigou concentrações maiores de CO2, com mudanças dramáticas nos padrões de temperatura, precipitação e nível do mar. Devo só lembrar que, nos últimos 800 mil anos, a diferença na concentração de CO2 entre uma era glacial e os períodos quentes que se intercalaram entre elas tipicamente mal chega a 100 ppm (partes por milhão). Quando se acumulou desde o início da era industrial? 110 ppm, em rapidíssimos século e meio). Fato: o conjunto de evidências ultrapassou a fronteira do “creio que” ou “acredito que”. Eu não aconselharia os “negadores da gravidade” a saltarem de cima de arranha-céus, ainda que isso só afetasse suas próprias vidas (ou melhor, poria fim a elas). A mesma condescendência, porém, não posso ter com os negadores da mudança climática, por motivos óbvios: eles querem que todos saltemos num abismo climático desconhecido.</p>
<p>Outro erro crasso do texto é confundir tempo com clima, condições locais com fenômenos em escala global. Quando se fala em aquecimento global como conseqüência da elevação da concentração dos gases de efeito estufa, obviamente não se fala em aquecimento contínuo, distribuído por igual em todo o planeta, etc. A abordagem sobre o frio em São Paulo, portanto, é evidentemente equivocada, mas o texto espertamente minimiza o argumento contrário ao se fingir que ele é aceito. É pena que sequer esse argumento é original. A pior escória da imprensa americana também usou quando de nevascas recorde (“estranhamente” se calaram ante os tornados, a seca texana e as ondas de calor recentes). O problema é que um evento de tempo é algo eminentemente passageiro e quando se fala em clima, fala-se de tendências de longo prazo, com variações e flutuações. Gosto de usar um exemplo mais elementar que é o lançamento de um dado. Ao se lançar um dado comum, não se sabe, a priori, que número aparecerá, entre 1 e 6. Isso é o tempo. Mas experimente lançá-lo 100, 1000 vezes. Aposto que a média dá próximo a 3,5. Isso é o clima. É por isso que, mesmo que a previsão de tempo fosse muito ruim (o que definitivamente não é verdade pelo menos para um horizonte de poucos dias), pode-se, sim, fazer projeções sobre o comportamento do sistema climático a longo prazo.</p>
<p>Para manter a analogia com o jogo de dados, o que a mudança na concentração de gases de efeito estufa faz é “viciar o dado do clima”. Pode-se “viciar” um dado, colocando um pequeno peso colado a uma das faces, que tenderá a ficar para baixo mais vezes do que num dado normal. Se isso for feito com a face com o número 1, o número 6 se tornará mais provável e, com isso, a média irá, digamos para 3,7 ou 3,9 ou 4,2, a depender do peso que foi colado&#8230; Para um pesinho que não seja muito grande, não significa que números 1 deixem de ocorrer. Apenas se tornam mais raros, como dias muito frios já se tornaram raros nas últimas décadas em diversas partes do mundo. Os próprios exemplos citados pelo Sr. Reinaldo Azevedo servem de contra-argumento ao que ele expõe, bastando examiná-los com mais cuidado, desde o registro de Campos do Jordão (cuja mínima anterior aconteceu em 1998, justamente um dos três anos mais quentes desde 1880, empatado tecnicamente com 2005 e 2010), até o de São Paulo, que precisa ser comparado com uma série bem mais longa do que de 2003 para cá.</p>
<p>Daí, quer fazer um trabalho sério, Sr. Reinaldo Azevedo? Levante a estatística do número de dias com mínima abaixo de 7oC em São Paulo ao longo das décadas de dados disponíveis ou o do número de dias com temperatura abaixo de zero em Campos do Jordão. Calcule a evolução da temperatura média nesses mesmos lugares e repita a estatística anterior dessa vez para dias quentes. Faça o mesmo para outras estações de superfície da América do Sul. Claro, isso já foi feito e refeito diversas vezes, com vários bancos de dados, para várias regiões do planeta e para o globo todo. Esses estudos, com outros que se debruçaram em outras fontes de dados, em registros paleoclimáticos, no desenvolvimento e uso de modelos climáticos, etc., é que compõem a enorme quantidade de evidência de que o planeta está aquecendo e que, sim, nossas emissões de gases de efeito estufa são os responsáveis por isso. Isso se chama ciência, que é um livro aberto, baseado em resultados que podem ser analisados, contestados e reproduzidos; que, por isso mesmo, está em constante atualização e correção. Dos edifícios mentais humanos é o mais rico, mais sólido, mais elegante e, como mostrarei, mais útil.</p>
<p>Há um grande desserviço prestado, portanto, pelo texto pueril, superficial e grosseiro do Sr. Reinaldo Azevedo, que é o de desacreditar a ciência, começando pela ciência do clima, mas, ao rebaixar as previsões feita com embasamento científico para o nível de “profecias”, atacando, na verdade, a ciência em geral. Ingratidão pura, pois a ciência, aliás, é que deu origem à tecnologia simples que permite que ele disponha de um aquecedor para os dias frios deste inverno paulista e de um ar condicionado para os dias de calor dos quais, estranhamente, ele parece não lembrar, mas que voltarão, para “desrefrescar-lhe” a memória. A ciência também permitiu por aviões para voar (o que permitiria que ele escapasse do frio para vir se aquecer em latitudes mais próximas à linha do equador, como o local de onde escrevo) e está por trás dos “chips” de silício onde ficam hoje registradas as besteiras escritas pelo Sr. Reinaldo Azevedo e por todos nós e que também permitem a difusão das mesmas. A ciência provavelmente impediu que o “articulista” não tenha morrido de uma infecção ridícula para os padrões de hoje ao ter, um dia, levado à descoberta, síntese e, claro, uso de antibióticos.</p>
<p>Claro que também não gostei, pessoalmente, de ser comparado a um “profeta”, logo eu, ateu,racional e cético. No entanto , ainda que, de fato, aquilo que faço fosse “profecia” (de qualquer que fosse a fração de tigela), me restaria o consolo de saber que há coisa pior: que há alguns que vivem de algo que chegam a chamar de jornalismo, ou “articulismo”, mas que mesmo, não atingindo o mais reles padrão de “panfletarismo”, parecem ser capazes de agradar a algum desejo primitivo subjacente (e que garantem público ao “jogarem para a galera”) e/ou, mais ainda, agradarem a algum interesse da selvageria contemporânea explícita (aquela que garante financiamento). Esses acham ter, como o Sr. Reinaldo Azevedo, uma tigela inteira, mas parecem ter pouca preocupação para com o conteúdo que usam para preenchê- la.</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">(*)</span></strong> <strong>Professor Titular da UECE; Ph.D. em Ciências Atmosféricas pela Colorado State University, com estágio de pós-doutorado na Yale University; Bolsista de Produtividade do CNPq, nível 2; integrante do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC).</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong><span style="color:#ff6600;">A publicação deste texto foi autorizada pelo autor, Professor Dr. Alexandre Araújo Costa.</span></strong></p>
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		<title>O rastro da devastação: 2,6 bilhões de árvores eliminadas na Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 15:02:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e representam o mais enfático atestado da indiferença nacional frente à devastação continuada da Amazônia. No relatório Geoestatísticas de Recursos Naturais da Amazônia Legal , o IBGE informa que o saldo do desmatamento é de 2,6 bilhões de árvores derrubadas até 2002. Some-se a isso os números [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5305&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://accosta.files.wordpress.com/2011/06/desmatamento1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5307" title="desmatamento" src="http://accosta.files.wordpress.com/2011/06/desmatamento1.jpg?w=497&#038;h=457" alt="" width="497" height="457" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e representam o mais enfático atestado da indiferença nacional frente à devastação continuada da Amazônia. No relatório <span style="color:#ff6600;"><em><a href="http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/recursosnaturais/diagnosticos_levantamentos/default.shtm"><span style="color:#ff6600;">Geoestatísticas de Recursos Naturais da Amazônia Legal</span></a></em><em><span style="color:#ff6600;"> <span style="color:#000000;">, </span></span></em></span>o IBGE informa que o saldo do desmatamento é de <strong>2,6 bilhões</strong> de árvores derrubadas até 2002. Some-se a isso os números coletados todos os meses pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais -Inpe e divulgados pelo IMAZON (de março a abril de 2011 o desmatamento foi de 593 quilômetros quadrados) e dá para perceber a extensão da barbárie e a ineficiência da ação governamental. Imaginem o quanto vai piorar se o novo Código Florestal for aprovado como o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e a bancada ruralista propuseram, anistiando proprietários rurais irregulares e incentivando o desmatamento ao suspender embargos a quem desmatou irregularmente.</p>
<p style="text-align:left;">Na avaliação da extensão do crime ambiental na Amazônia, o IBGE revela mais um dado impressionante: esse maciço desmatamento não significou nem aproveitamento produtivo das áreas desflorestadas. Apenas 15% foi usado para agricultura.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://accosta.files.wordpress.com/2011/06/137946086_4fede91dc2_b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5308" title="137946086_4fede91dc2_b" src="http://accosta.files.wordpress.com/2011/06/137946086_4fede91dc2_b.jpg?w=497&#038;h=372" alt="" width="497" height="372" /></a></p>
<p style="text-align:left;">A Amazônia Legal ocupa 5.016.136,3 km2, que correspondem a cerca de 59% do território brasileiro. Nela vivem em torno de 24 milhões de pessoas, segundo o Censo 2010, distribuídas em 775 municípios, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins (98% da área do estado), Maranhão (79%) e Goiás (0,8%). Além de conter 20% do bioma cerrado, a região abriga todo o bioma Amazônia, o mais extenso dos biomas brasileiros, que corresponde a 1/3 das florestas tropicais úmidas do planeta, detém a mais elevada biodiversidade, o maior banco genético e 1/5 da disponibilidade mundial de água potável.</p>
<p align="justify">Os conhecimentos sobre a distribuição e a frequência com que minerais e rochas ocorrem na Amazônia Legal possibilitam avaliar, por exemplo, o potencial de produção de água subterrânea (potencial hídrico); combustíveis fósseis (petróleo, por exemplo); e da formação de concentrações de minérios de valor econômico na região. Foram investigados 14 indicadores sobre esse tema.</p>
<p align="justify">As rochas sedimentares, originadas a partir da alteração, erosão, transporte e deposição de qualquer outro tipo de rocha, compõem 66,8% da área da Amazônia Legal. Elas propiciam a formação de aquíferos porosos, espécie de reservatórios subterrâneos, capazes de armazenar grandes volumes de água, em quantidade suficiente para ser utilizada como fonte de abastecimento. Estima-se que 91% da água subterrânea do Brasil estariam em aquíferos porosos, dos quais 49,45% estariam na Amazônia Legal, ou seja, <strong>a região responde por cerca de 45% de toda a água subterrânea do país</strong>.</p>
<p align="justify">A participação dos aquíferos porosos em relação à área emersa total (superfície, excluindo-se os rios) da Amazônia Legal é de 68,3%, e há três principais províncias, ou grandes áreas, de rochas sedimentares: a do rio Amazonas, a do rio Parnaíba ou do Meio-Norte e a do Paraná-Parecis, que, em conjunto com as reservas de menor porte, abrigam um total de 101.920 km3 de água doce.</p>
<p align="justify">As maiores áreas de aquíferos porosos encontram-se no Amazonas (1.344.201,7 km2), em Mato Grosso (677.135,1 km2) e no Pará (513.818,9 km2). O Acre e o Maranhão têm os maiores índices de participação, superiores a 90%, reflexo de um subsolo constituído quase que unicamente por rochas sedimentares. Roraima (33,8%) e Amapá (33,2%) apresentam os percentuais mais baixos, embora as extensões de aquíferos porosos em ambos os estados também sejam bastante significativas.</p>
<p align="justify">Por ser formado predominantemente por rochas sedimentares, o subsolo da Amazônia Legal também tem potencial para exploração de combustíveis fósseis, o que pode ser confirmado pelos campos de petróleo e gás de Urucu, no Amazonas. Há boas perspectivas de acumulação dessas substâncias nas rochas sedimentares das bacias costeiras do Maranhão, Pará e Amapá, além de reservas de gás natural no município de Capinzal do Norte (MA).</p>
<p align="justify">Ainda nas áreas de rochas sedimentares, há também a possibilidade de serem encontradas jazidas de calcário, utilizáveis tanto na agricultura como para o fabrico de cimento; sal-gema e gipsita, fontes de gesso para a medicina e a construção civil; e anidrita, fonte de sulfato e cálcio. Apesar de possuírem menor potencial metálico, minerais desse tipo e pedras preciosas podem ser encontrados na região. Depósitos de ouro, cassiterita e diamante são comuns.</p>
<p align="justify">Já as rochas ígneas (15,1% da área da Amazônia Legal), provenientes da consolidação do magma (massa rochosa do interior da terra em estado de fusão), e as metamórficas (16,1%), resultado de alterações sofridas por outros tipos de rochas em decorrência de mudanças nas condições físicas ou químicas (mudanças na temperatura e pressão, por exemplo), apresentam maior potencial mineral.</p>
<p align="justify">As rochas ígneas têm tendência à formação de jazidas de metais nobres, como o ouro, e de minerais industriais, como a cassiterita, e estão mais concentradas na Amazônia Central, uma faixa quase contínua que se estende do sudeste do Pará ao norte de Roraima e ao noroeste do Amazonas (ver mapa na página anterior). O Pará abriga 51,9% das rochas ígneas da Amazônia Legal, em seguida, vem Mato Grosso, com 14,2%. O Acre possui a menor extensão relativa deste tipo de rocha, menos de 0,01% do território do estado.</p>
<p align="justify">Além de metais preciosos as rochas ígneas também apresentam potencial hídrico subterrâneo, com a ocorrência dos chamados aquíferos fraturados, que acumulam água em rachaduras nas rochas e representam uma reserva de 10.080km3 de água doce no Brasil, dos quais estima-se que pelo menos 6.048 km3 (60%) estejam na Amazônia Legal.</p>
<p align="justify">As rochas metamórficas apresentam potencial como fonte de ouro primário. São propícias também à formação de jazidas minerais de uso industrial, notadamente de ferro e manganês, e de sulfetos de cobre, chumbo e zinco. São, ainda, fontes de material para construção civil, como brita e rochas ornamentais. O Pará detém 37,3% da extensão desse tipo de rocha na Amazônia Legal.</p>
<p align="justify">No relatório do IBGE, a informação dos cinco indicadores reunidos no tema <span style="text-decoration:underline;">solo</span> é valiosa para a compreensão de temas relevantes para a Amazônia Legal, como o desenvolvimento agrícola e a preservação de áreas de risco.</p>
<p align="justify">No ecossistema terrestre, o solo é um compartimento chave no processo de redução da emissão de gases do efeito estufa, pois possui grande estoque de carbono. <strong>O solo retém, no primeiro metro de profundidade, cerca de duas vezes o estoque encontrado na atmosfera</strong>.</p>
<p align="justify">Estima-se que, no Brasil, <strong>75% das emissões de CO2 sejam oriundas de mudanças no uso da terra, seja pela erosão e a decomposição da matéria orgânica dos solos, seja pela conversão de florestas e outras formas de vegetação natural para o uso agropecuário</strong>. Daí a importância dos estoques de carbono para o balanço de gases de efeito estufa na atmosfera.</p>
<p align="justify">Em média, o solo da Amazônia Legal tem, no seu horizonte superficial (profundidade máxima de 50 cm, com espessura média de 30 cm) um estoque de carbono orgânico de 55,7 toneladas por hectare, sendo que essa concentração não é uniforme e varia entre 0,1 e 208,7 toneladas por hectare, com predomínio da classe de 40 a 60 t/ha.</p>
<p align="justify">Ao considerar a profundidade de até um metro de solo, o valor médio do estoque de carbono aumenta para 95,7 t/ha, podendo chegar ao máximo de 250,5 t/ha, com predomínio da classe de 80 a 100 t/ha.</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><a href="http://accosta.files.wordpress.com/2011/06/137945676_40253a58c9_b1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5310" title="137945676_40253a58c9_b" src="http://accosta.files.wordpress.com/2011/06/137945676_40253a58c9_b1.jpg?w=497&#038;h=372" alt="" width="497" height="372" /></a></p>
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		<title>Lições de Vieira</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 16:18:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Passado o Carnaval e já em plena Quaresma, sugerimos a leitura de trechos dos sermões do Padre Antonio Vieira, que jamais poupou críticas aos poderosos de seu tempo, em Portugal e no Brasil. Vocês vão descobrir que os séculos passaram mas os modos continuam quase os mesmos&#8230; &#160; &#8220;Os homens quando testemunham de si mesmos, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=2827&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://accosta.files.wordpress.com/2011/03/padre-antonio-vieira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5264" title="padre antonio vieira" src="http://accosta.files.wordpress.com/2011/03/padre-antonio-vieira.jpg?w=497" alt=""   /></a></p>
<p>Passado o Carnaval e já em plena Quaresma, sugerimos a leitura de trechos dos sermões do Padre Antonio Vieira, que jamais poupou críticas aos poderosos de seu tempo, em Portugal e no Brasil. Vocês vão descobrir que os séculos passaram mas os modos continuam quase os mesmos&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Os homens quando testemunham de si mesmos, uma cousa é o que são, e outra cousa é o que dizem.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Nesta matéria de vós quem sois, todo o homem mente duas vezes; uma vez mente-se a si, e outra vez mente-nos a nós: mente-se a si, porque sempre cuida mais do que é; e mente-nos a nós, porque sempre diz mais do que cuida. Bem distinguiram logo os embaixadores o <em>Tu quis es,</em> do <em>Quid dicis de te ipso</em>; e quando iam perguntar ao Batista o que era, perguntaram o que dizia; porque ninguém há tão reto juiz de si mesmo, que ou diga o que é, ou seja o que diz.</p>
<p><em>(Sermão da Terceira Dominga do Advento &#8211; em 1644)</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p class="MsoNormal">Vota o Conselheiro no parente, porque é parente; vota no amigo, porque é amigo; vota no recomendado, porque é recomendado: e os mais dignos e os mais beneméritos, porque não têm amizade, nem parentesco, nem valia, ficam de fora. (&#8230;)Miserável é a República onde há tais votos; miseráveis são os Povos onde se mandam Ministros feitos por tais eleições; mas os Conselheiros que neles votaram são os mais miseráveis de todos: os outros levam proveito, eles ficam com os encargos.</p>
<p class="MsoNormal">(&#8230;)</p>
<p class="MsoBodyTextIndent">Se o que elegestes furta (não o ponhamos em condicional, porque claro está que há de furtar), furta o que elegestes e furta por si e por todos os seus, como costumam os semelhantes; e Deus há-vos de pedir a conta a vós, porque o vosso voto foi causa de todos aqueles roubos. (&#8230;) e vós haveis de dar a conta a Deus, porque o vosso voto foi causa de todas aquelas injustiças. Oprime o que elegestes os pobres, choram as viúvas, padecem os órfãos, clamam os inocentes; e Deus vos há de condenar a vós, porque o vosso voto foi causa de todas aquelas opressões, de todas aquelas tiranias. Matam-se os homens no governo dos que elegestes, arruínam-se as casas, desonram-se as famílias, vive-se como em Turquia; e vós o haveis de ir pagar ao Inferno, porque o vosso voto foi causa de todos aqueles homicídios, de todas aquelas afrontas, de todos aqueles escândalos. (&#8230;) e vós haveis de penar por isso eternamente, porque o vosso voto foi causa de todos aqueles sacrilégios, de todas aquelas impiedades, e da perda irreparável de tantos milhares de almas. Estas são as conseqüências da parte do indigno que elegestes.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent">(&#8230;)</p>
<p class="MsoNormal">São pesadas e pesadíssimas conseqüências estas? Pois todas elas nascem daquele voto ou daquela eleição de que vós porventura ficastes sem escrúpulo, e de que recebestes as graças (e talvez a propina) com muita alegria.</p>
<p class="MsoNormal"><em>(Sermão da Primeira Dominga do Advento &#8211; pregado na Capela Real em Lisboa, em 1650)</em></p>
<p class="MsoNormal"><em><br />
</em></p>
<p>A verdade é filha legítima da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu. E isto é o que faz e o que diz a verdade, ao contrário da mentira. A mentira, ou vos tira o que tendes, ou vos dá o que não tendes; ou vos rouba, ou vos condena.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><em><span style="font-style:normal;">Os falsos testemunhos formam-se na língua: os juízos temerários formam-se na imaginação; e como da imaginação à língua há tão pouca distância, para que não haja falsos testemunhos na língua, proíbe que não haja juízos temerários na imaginação. Não se contentou Deus com meter o inferno entre a imaginação e a língua, com um preceito de pecado mortal, mas meteu outra vez o inferno entre o entendimento e a imaginação, para que com estes dois muros de fogo tivesse defendida a nossa honra das nossas línguas. E, contudo, isto não basta. Por que? Porque em se passando a primeira muralha, está vencida a segunda; em chegando à imaginação, já está na língua:</span> <em>Cogitaverunt, et locuti sunt. </em></em></p>
<p><em><em><em>(</em>Sermão da Quinta Dominga da Quaresma &#8211;  pregado na Igreja Maior da Cidade de São Luís no Maranhão, em 1654)</em></em></p>
<p><em><em><br />
</em></em></p>
<p><em><span style="font-style:normal;">Suponho finalmente que os ladrões de que falo não são aqueles miseráveis, a quem a pobreza e vileza de sua fortuna condenou a este gênero de vida, porque a mesma sua miséria, ou escusa, ou alivia o seu pecado, como diz Salomão: <em>Non grandis est culpa, cum quis furatus fuerit: furatur enim ut esurientem impleat animam</em>. O ladrão que furta para comer, não vai, nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera, os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento, distingue muito bem S. Basílio Magno: <em>Non est intelligendum fures esse solum bursarum incisores, vel latrocinantes in balneis; sed et qui duces legionum statuti, vel qui commisso sibi regimine civitatum, aut gentium, hoc quidem furtim tollunt, hoc vero vi et publice exigunt</em>: Não são só ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa: os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos.&#8221;</span><em> </em></em></p>
<p><em><em>(Sermão do Bom Ladrão &#8211; igreja da Misericórdia de Lisboa, em 1655)<br />
</em></em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/accosta.wordpress.com/2827/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/accosta.wordpress.com/2827/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/accosta.wordpress.com/2827/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/accosta.wordpress.com/2827/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/accosta.wordpress.com/2827/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/accosta.wordpress.com/2827/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/accosta.wordpress.com/2827/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/accosta.wordpress.com/2827/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/accosta.wordpress.com/2827/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/accosta.wordpress.com/2827/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/accosta.wordpress.com/2827/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/accosta.wordpress.com/2827/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/accosta.wordpress.com/2827/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/accosta.wordpress.com/2827/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=2827&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Desmatamento na Amazônia aumentou 994% em 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Feb 2011 12:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>costaacf</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O rastro de Jirau e Santo Antônio © Greenpeace Brasil Em dezembro de 2010, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 175 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou um aumento expressivo de 994% em relação a dezembro de 2009 quando o desmatamento somou somente 16 quilômetros quadrados. Por sua vez em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5185&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin-left:10px;margin-bottom:10px;">
<p><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/greenpeacebrasil/5476541121/"><img style="border:solid 2px #000000;" src="http://farm6.static.flickr.com/5094/5476541121_3509c18227_m.jpg" alt="" /></a><span style="font-size:.9em;margin-top:0;"> </span></p>
<p><span style="font-size:.9em;margin-top:0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/greenpeacebrasil/5476541121/"><span style="color:#ff6600;">O rastro de Jirau e Santo Antônio</span></a><span style="color:#ff6600;"> <span style="color:#008000;">©</span></span></span> <a href="http://www.flickr.com/people/greenpeacebrasil/"><span style="color:#008000;">Greenpeace Brasil</span></a></p>
</div>
<p>Em dezembro de 2010, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 175 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou um aumento expressivo de 994% em relação a dezembro de 2009 quando o desmatamento somou somente 16 quilômetros quadrados. Por sua vez em janeiro de 2011 foi registrado 83 quilômetros quadrados de desmatamento, o que representou um aumento de 22% em relação a janeiro de 2010 quando o desmatamento atingiu 68 quilômetros quadrados.</p>
<p>O desmatamento acumulado no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011, correspondendo aos seis primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 858 quilômetros quadrados. Houve um ligeiro aumento de 3% em relação ao mesmo período anterior (agosto de 2009 a janeiro de 2010) quando o desmatamento somou 836 quilômetros quadrados.</p>
<p>As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 541 quilômetros quadrados em dezembro de 2010. Em comparação a dezembro de 2009, quando a degradação somou somente 11 quilômetros quadrados, houve um aumento extremamente expressivo de 4.818%. Em relação a janeiro de 2011, a degradação florestal atingiu 376 quilômetros quadrados. Isso representou um aumento de 637% em relação a janeiro de 2010 quando a degradação florestal foi de 51 quilômetros quadrados.</p>
<p>A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011 totalizou 3.722 quilômetros quadrados. Isso representou um aumento expressivo (338%) em relação ao período anterior (agosto de 2009 a janeiro de 2010) quando a degradação florestal somou 850 quilômetros quadrados.</p>
<p>O carbono florestal comprometido pelo desmatamento no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011 (seis primeiros meses do atual calendário de desmatamento) foi de 13,9 milhões de toneladas, ou seja, cerca de 51 milhões de toneladas de C02 equivalente. Isso representa uma redução de 5,2% em relação ao período anterior (agosto de 2009 a janeiro de 2010) quando o carbono florestal afetado pelo desmatamento foi cerca de 47 milhões de toneladas de C02 equivalente.</p>
<p>Os dados são do Imazon e o relatório completo pode ser lido <a href="http://www.imazon.org.br:80/novo2008/news/104359saddez10jan11.pdf"><span style="color:#ff6600;">aqui</span></a>.</p>
<p>Adalberto Veríssimo, pesquisador do Imazon, em entrevista ao jornal <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/879988-hidreletricas-do-rio-madeira-fazem-desmatamento-voltar-a-crescer.shtml"><span style="color:#ff6600;">Folha de S. Paulo</span></a>, afirma que a causa mais provável do aumento considerável no desmatamento são as obras das hidrelétricas Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira.</p>
<p>O <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/isto-que-energia-limpa/blog/33476"><span style="color:#008000;">Greenpeace</span></a> sobrevoou o canteiro de obras em setembro de 2010 e relatou: &#8221; O local lembrava um imenso dominó com as peças caídas. Eram incontáveis troncos de árvores ainda no chão, uns sobre os outros. A clássica imagem do tapete de floresta margeando o rio deu lugar a uma tonalidade meio cinza, meio marrom. Era o que parecia: uma paisagem morta. Quem sobrevoa aquela região do rio Madeira entende na hora porque grandes hidrelétricas não são, como as autoridades brasileiras gostam de dizer, uma fonte de energia limpa. Ali, só se vê sujeira. E se depender dos planos do governo, essa mesma sujeira ainda vai se espalhar por muitos cantos da Amazônia. A próxima parada é no rio Xingu, onde veremos, em breve, mais um Belo Monte de árvores mortas.&#8221;</p>
<p>Segundo informe de 26/02/2011 da <a href="http://www.bbc.co.uk/news/world-latin-america-12586170?utm_source=twitterfeed&amp;utm_medium=twitter"><span style="color:#ff6600;">BBC</span></a> , o juiz federal Ronaldo Desterro sustou a permissão de construção da hidrelétrica de Belo Monte porque o Ibama aprovou o projeto sem o cumprimento de 29 exigências de proteção ambiental. O juiz determinou também que o BNDES não está autorizado a financiar a obra.</p>
<p>O governo afirma que a hidrelétrica de Belo Monte é crucial para o desenvolvimento da região, criará empregos e garantirá o abastecimento de energia elétrica para 23 milhões de residências.</p>
<p>A represa com capacidade de geração de 11 mil megawats está projetada para ser a maior do mundo, depois de Three Gorges, na China, e Itaipu, administrada pelo Brasil e Paraguai. No entanto a controvérsia só aumenta desde que a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF) ganhou no ano passado o contrato da obra. Na síntese dos argumentos dos opositores, a represa com 6km de extensão ameaça a sobrevivência de vários grupos indígenas e deixará desabrigadas cerca de 50 mil pessoas quando sua bacia inundar uma área de 500 quilômetros quadrados.</p>
<p>Para entender melhor os motivos dos que se opõem à construção da hidrelétrica do Belo Monte, leia o artigo <a href="http://www.outraspalavras.net/2010/04/14/belo-monte-doze-questoes-sem-resposta/"><span style="color:#ff6600;">Belo Monte: 12 questões sem resposta</span></a><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#000000;">,</span></span> assinado por Dion Márcio C. Monteiro, economista do Instituto Amazônia Solidária e Sustentável (IAMAS), doutorando em Sociologia na Université Paris-Nord (França), e componente do Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo para Sempre. O artigo foi publicado na rede <a href="http://www.outraspalavras.net/"><span style="color:#ff6600;">OutrasPalavras</span></a> em 14/04/2010.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/accosta.wordpress.com/5185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/accosta.wordpress.com/5185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/accosta.wordpress.com/5185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/accosta.wordpress.com/5185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/accosta.wordpress.com/5185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/accosta.wordpress.com/5185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/accosta.wordpress.com/5185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/accosta.wordpress.com/5185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/accosta.wordpress.com/5185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/accosta.wordpress.com/5185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/accosta.wordpress.com/5185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/accosta.wordpress.com/5185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/accosta.wordpress.com/5185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/accosta.wordpress.com/5185/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5185&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Entenda por que o texto no site do MinC não é adequado para os acessos aos conteúdos do site</title>
		<link>http://accosta.wordpress.com/2011/01/26/entenda-por-que-o-texto-no-site-do-minc-nao-e-adequado-para-os-acessos-aos-conteudos-do-site/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 02:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>costaacf</dc:creator>
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		<description><![CDATA[26 DE JANEIRO DE 2011 O Ministério da Cultura decidiu remover do seu site a licença Creative Commons, que permitia o livre acesso e distribuição aos conteúdos nele publicados. Com isso, hoje infelizmente o site do MinC não tem uma licença jurídica funcional. Isso acontece porque a licença CC foi trocada por apenas uma única [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5181&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table>
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<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">26 DE JANEIRO DE 2011</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">O Ministério da Cultura decidiu remover do seu site a licença Creative Commons, que permitia o livre acesso e distribuição aos conteúdos nele publicados. Com isso, hoje infelizmente o site do MinC não tem uma licença jurídica funcional. Isso acontece porque a licença CC foi trocada por apenas uma única frase, qual seja:&nbsp;</p>
<p>&#8220;O conteúdo deste site, produzido pelo Ministério da Cultura, pode ser reproduzido, desde que citada a fonte&#8221;</p>
<p>Esse texto, infelizmente, não é suficiente para resolver todas as questões relativas ao acesso e utilização do material que está no site do Ministério e gera insegurança jurídica para quem o fizer.</p>
<p>Um exemplo para deixar a questão clara: imagine alguém que queira pegar um artigo publicado no site do MinC e republicar no seu site na internet (por exemplo, fazendo um post no seu blog pessoal). A frase que está lá no momento diz que é permitida a &#8220;reprodução&#8221;. No entanto, a &#8220;publicação&#8221; fica de fora. E, ao disponibilizar o artigo em um blog, isso se caracteriza como &#8220;publicação&#8221; e não como &#8220;reprodução&#8221;.</p>
<p>Como o texto do MinC só fala em reprodução, este direito de &#8220;publicação&#8221;, que é diferente daquele, não está abrangido: quem disponibilizar conteúdos do MinC no seu blog fica sujeito a um problema de incerteza jurídica.</p>
<p>Vale notar que é a própria lei de direitos autorais que faz a distinção entre publicação e reprodução. Além disso, ela manda interpretar restritivamente as autorizações concedidas (art. 4). Por isso, o que não está expressamente permitido &#8211; como o direito de publicação &#8211; acaba proibido.</p>
<p>Esse é apenas um exemplo. Há vários outros (o que fazer com alguém que deseja distribuir o conteúdo do site, seja fisicamente ou na Internet? Ou exibí-lo publicamente? Ou que deseja incluí-lo em uma compilação ou coletânea? E assim por diante &#8211; cada uma dessas atividades envolvem direitos distintos, que precisam ser detalhados juridicamente para funcionarem. E infelizmente nenhuma dessas práticas está coberta pelo texto do site do Ministério da Cultura.</p>
<p>Dessa forma, vale explicar que o Creative Commons resolvia todas essas questões. Ele é uma licença efetivamente, com redação abrangente que especifica tudo o que pode ser feito. Dá para ver seguindo os links que estão nessa página: <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.pt"><span style="color:#ff6600;">http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.pt</span></a></p>
<p>O modelo de licenciamento do Creative Commons existe há 9 anos e sua redação resulta do trabalho de pessoas do mundo inteiro que pensaram sobre a questão.</p>
<p>Vale conferir, por exemplo, essa lista de exemplos de usos governamentais do CC ao redor do mundo: <a href="http://wiki.creativecommons.org/Government_use_of_Creative_Commons"><span style="color:#ff6600;">http://wiki.creativecommons.org/Government_use_of_Creative_Commons</span></a></p>
<p>Por que então excluir uma licença que funciona e vinha sendo usada pelo MinC há tantos anos, e que é também utilizada pela Unesco, pela Wikipedia e tantas outras organizações? É possível que a justificativa seja política. A decisão de remover o CC pode sinalizar uma mudança de posicionamento com respeito a diversas temas que envolvem acesso à informação e à cultura digital, cuja retirada do CC é apenas o primeiro sinal.</p>
<p>Esperamos ter ajudado a contribuir para o debate.</p>
<p><strong>Creative Commons Brasil</strong><br />
<a href="http://creativecommons.org.br"><span style="color:#ff6600;">http://creativecommons.org.br</span></a><br />
<a href="http://twitter.com/CC_BR"><span style="color:#ff6600;">http://twitter.com/CC_BR</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/accosta.wordpress.com/5181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/accosta.wordpress.com/5181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/accosta.wordpress.com/5181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/accosta.wordpress.com/5181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/accosta.wordpress.com/5181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/accosta.wordpress.com/5181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/accosta.wordpress.com/5181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/accosta.wordpress.com/5181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/accosta.wordpress.com/5181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/accosta.wordpress.com/5181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/accosta.wordpress.com/5181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/accosta.wordpress.com/5181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/accosta.wordpress.com/5181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/accosta.wordpress.com/5181/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5181&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>TUDO É JAZZ &#8211; As melhores audições de 2010</title>
		<link>http://accosta.wordpress.com/2011/01/03/tudo-e-jazz-as-melhores-audicoes-de-2010/</link>
		<comments>http://accosta.wordpress.com/2011/01/03/tudo-e-jazz-as-melhores-audicoes-de-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 00:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>costaacf</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[jazz]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>

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		<description><![CDATA[No prefácio de sua obra magnífica, &#8220;A Vertigem das Listas&#8221;, Umberto Eco diz que &#8220;os poucos livros dedicados à poética da lista se limitam prudentemente às listas verbais, pois é árduo explicar de que maneira um quadro pode apresentar coisas e ao mesmo tempo sugerir um &#8216;et cetera&#8217;, como quem admite que os limites da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5173&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No prefácio de sua obra magnífica, &#8220;A Vertigem das Listas&#8221;, Umberto Eco diz que &#8220;<em>os poucos livros dedicados à poética da lista se limitam prudentemente às listas verbais, pois é árduo explicar de que maneira um quadro pode apresentar coisas e ao mesmo tempo sugerir um &#8216;et cetera&#8217;, como quem admite que os limites da moldura o obrigaram a calar um resto imenso</em>&#8220;. Imaginem então uma lista musical, e mais ainda, uma lista de preferências jazísticas, sendo que a maior parte das escolhas foi motivada pela atração por um instrumento específico, no caso o piano.</p>
<p>Assim, mesmo sendo um jogo de escolhas extremamente pessoais, arrisco-me a revela-las aos meus poucos leitores. Não busco aprovação nem adesão para estas escolhas, mas ficarei feliz em saber que alguns desses músicos e as peças que interpretaram também fazem parte do universo estético de outras pessoas.</p>
<div>Que 2011 seja tão frutífero em surpresas musicais quanto 2010.</div>
<div><strong>Ouça as músicas em:  <a title="Travessias" href="http://accosta.posterous.com"><span style="color:#ff9900;">http://accosta.posterous.com</span></a></strong></div>
<div style="text-align:center;"><a href="http://accosta.files.wordpress.com/2011/01/vincenzo-danise_immaginando-un-trio-vol-1-_radar-2009.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5174" title="Vincenzo Danise_immaginando un trio vol. 1 _RADAR - 2009" src="http://accosta.files.wordpress.com/2011/01/vincenzo-danise_immaginando-un-trio-vol-1-_radar-2009.jpeg?w=497" alt=""   /></a></div>
<div>
<p><strong><span style="color:#800080;">Disco do Ano</span></strong></p>
<p><strong> </strong><strong>1. Vincenzo Danise &#8211; Immaginando un Trio -</strong> Vincenzo Danise: piano / Ivo Parlati: bateria / Aldo Vigorito: contrabaixo / Stefano Costanzo: bateria (faixas 2,3,7) / Radar Edizioni Discografiche &#8211; RADAR 40009 &#8211; 2009</p>
<p><strong>2. </strong><strong>Aaron Goldberg &#8211; Home &#8211; </strong>Aaron Goldberg: piano / Reuben Rogers: baixo / Eric Harland: bateria / Mark Turner: sax tenor (faixas 1,5 &amp; 9) / SUNNYSIDE COMMUNICATIONS &#8211; SSC 1232 &#8211; 2010</p>
<p><strong>3. </strong><strong>Yaron Herman Trio &#8211; Following the white Rabbit &#8211; </strong>Yaron Herman: piano (Steinway D, Hamburg) / Chris Tordini: contrabaixo / Tommy Crane: bateria / ACT 9499-2 – LC 07644 &#8211; 2010</p>
<p><strong>4. </strong><strong>Lee Konitz &amp; Piero Frassi Trio &#8211; Chapter 1: Konitz plays Konitz &#8211; </strong>Lee Konitz: sax alto / Piero Frassi: piano / Filippo Pedol: contrabaixo / Andrea Melani: bateria /PHILOLOGY &#8211; W 443-2 &#8211; 2008</p>
<p><strong>5. </strong><strong>Denny Zeitlin &#8211; Precipice &#8211; </strong>Denny Zeitlin: piano solo / SUNNYSIDE          COMMUNICATIONS &#8211; SSC 1253 &#8211; 2010</p>
<p><strong>6. </strong><strong>Luca Mannutza Trio &#8211; Longin’ &#8211; </strong>Luca Mannutza: piano / Gianluca Renzi: contrabaixo / Nicola Angelucci: bateria /WIDE SOUND &#8211; WD181 &#8211; 2009</p>
<p><strong>7. </strong><strong>Marian Petrescu Quartet &#8211; Thrivin’ &#8211; Live at The Jazz Standard &#8211; </strong>Marian Petrescu: piano / Andreas Öberg: guitarra, voz (My Romance) / David Finck: contrabaixo / Mark McLean: bateria / RESONANCE RECORDS &#8211; RCD-1014 &#8211; 2010</p>
<p><strong>8. </strong><strong>Bill Mays Trio &#8211; Stuffy Turkey &#8211; </strong>Bill Mays: piano / Mattias Svensson: contrabaixo / Joe La Barbera: bateria / Five Stars Records &#8211; FSY-512 &#8211; 2010</p>
<p><strong>9. </strong><strong>Carlos Franzetti &#8211; Mambo Tango &#8211; </strong>Carlos Franzetti: piano solo / SUNNYSIDE RECORDS &#8211; SSC 1230 &#8211; 2009</p>
<p><strong>10. </strong><strong>Ted Rosenthal Trio &#8211; Impromptu &#8211; </strong>Ted Rosenthal: piano / Noriko Ueda: contrabaixo / Quincy Davis: bateria / Playscape Recordings &#8211; PSR # 122109 &#8211; 2010</p>
<p><span style="color:#800080;"><strong>MELHOR CANTORA</strong></span></p>
<p><strong>Paola Arnesano &#8211; The Police Songbook &#8211; </strong>Paola Arnesano: vocal &amp; arranjos / Mirko Signorile: piano / Giorgio Vendola: contrabaixo / Fabio Accardi: bateria &amp; arranjos / Gaetano Partpilo: sax alto / FO(U)R (Contemporary Jazz) &#8211; CO405 &#8211; 201</p>
<p><span style="color:#800080;"><strong>MELHOR DVD</strong></span></p>
<p><strong>Stefano Bollani &#8211; Carioca &#8211; </strong>Stefano Bollani: piano / Marco Pereira: violão / Jorge Helder: contrabaixo / Jurim Moreira: bateria / Armando Marçal: percussão / Zé Nogueira: sax soprano / Mirko Guerrini: sax tenor / Nico Gori: clarinete / ERMITAGE &#8211; FAB 651 &#8211; 2009</p>
<p><span style="color:#800080;"><strong>HORS CONCOURS</strong></span></p>
<p><strong>Fred Hersch &#8211; Whirl &#8211; </strong>Fred Hersch: piano / John Hébert: contrabaixo / Eric McPherson: bateria / PALMETTO RECORDS &#8211; PM2143 &#8211; 2010</p>
<p><strong>Jessica Williams &#8211; Touch &#8211; </strong>Jessica Williams: piano solo / ORIGIN RECORDS &#8211; Origin 82566 &#8211; 2010</p>
</div>
<p><strong>Ouça as músicas em:  <a title="Travessias" href="http://accosta.posterous.com"><span style="color:#ff9900;">http://accosta.posterous.com</span></a></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/accosta.wordpress.com/5173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/accosta.wordpress.com/5173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/accosta.wordpress.com/5173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/accosta.wordpress.com/5173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/accosta.wordpress.com/5173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/accosta.wordpress.com/5173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/accosta.wordpress.com/5173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/accosta.wordpress.com/5173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/accosta.wordpress.com/5173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/accosta.wordpress.com/5173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/accosta.wordpress.com/5173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/accosta.wordpress.com/5173/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/accosta.wordpress.com/5173/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/accosta.wordpress.com/5173/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5173&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mônica na Amazônia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 02:58:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Filme sobre Mônica Almeida, uma jovem brasileira de 20 anos de idade que mora em Belterra, município do Estado do Pará, localizado a 40km ao sul de Santarém. Entenda a sua luta contra o desmatamento na Amazônia e a expansão da indústria de soja. Veja as pessoas diretamente afetadas pelo problema expondo suas opiniões e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5149&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filme sobre <a href="http://monicanaamazonia.blogspot.com/">Mônica Almeida</a>, uma jovem brasileira de 20 anos de idade que mora em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Belterra">Belterra</a>, município do Estado do Pará, localizado a 40km ao sul de Santarém. Entenda a sua luta contra o desmatamento na Amazônia e a expansão da indústria de soja. Veja as pessoas diretamente afetadas pelo problema expondo suas opiniões e seus pensamentos sobre o futuro.<br />
O filme foi realizado por Emelie Anner, Linda Gester &amp; Max Sohl Stjernberg &#8211; Alunos da Escola Nórdica da Suécia.</p>
<p style="text-align:center;"><div class='embed-vimeo' style='text-align:center;'><iframe src='http://player.vimeo.com/video/6268950' width='400' height='300' frameborder='0'></iframe></div></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/accosta.wordpress.com/5149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/accosta.wordpress.com/5149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/accosta.wordpress.com/5149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/accosta.wordpress.com/5149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/accosta.wordpress.com/5149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/accosta.wordpress.com/5149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/accosta.wordpress.com/5149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/accosta.wordpress.com/5149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/accosta.wordpress.com/5149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/accosta.wordpress.com/5149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/accosta.wordpress.com/5149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/accosta.wordpress.com/5149/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/accosta.wordpress.com/5149/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/accosta.wordpress.com/5149/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5149&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Na Teia Brasil, a Teia da Memória</title>
		<link>http://accosta.wordpress.com/2010/03/19/na-teia-brasil-a-teia-da-memoria/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 02:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>costaacf</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Representantes dos pontos de memória de todo o país vão se reunir, de 26 a 28 de março, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – (IACC), em Fortaleza – CE , para participar da Teia da Memória 2010. O encontro integra o evento Teia-Brasil &#8211; Tambores digitais, promovido pela Comissão Nacional dos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5137&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;">Representantes dos pontos de memória de todo o país vão se reunir, de </span><span style="font-size:x-small;">26 a</span><span style="font-size:x-small;"> 28 de março, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – (IACC), em Fortaleza – CE , para participar da </span><strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#ff6600;">Teia da Memória 2010</span></span></strong><span style="font-size:x-small;">. O encontro integra o evento </span><strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#ff6600;">Teia-Brasil &#8211; Tambores digitais</span></span></strong><span style="font-size:x-small;">,</span> <span style="font-size:x-small;">promovido pela </span><a href="http://culturadigital.br/teia2010/sobre/comissao-nacional-dos-pontos-de-cultura/" target="_blank"><span style="font-size:x-small;">Comissão Nacional dos Pontos de Cultura</span></a><span style="font-size:x-small;">, representado pelo </span><a href="http://institutodacidade.org.br/" target="_blank"><span style="font-size:x-small;">Instituto da Cidade</span></a><span style="font-size:x-small;">,</span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;">em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), o </span><a href="http://www.ceara.gov.br/" target="_blank"><span style="font-size:x-small;">Governo do Ceará</span></a><span style="font-size:x-small;"> e o IACC, para o qual estão previstos representantes dos 2.500 pontos de cultura.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">A Teia da Memória pretende ser um espaço para os pontos de memória</span><span style="font-size:x-small;">,</span><span style="font-size:x-small;"> conjuntamente, debater sobre o tema </span><em><span style="font-size:x-small;">memória social</span></em><span style="font-size:x-small;">, apresentar e definir estratégias de ação</span><span style="font-size:x-small;"> e trocar ideias e experiências culturais.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Na programação estão previstas mesa-redonda sobre o tema </span><em><span style="font-size:x-small;">O poder transformador da memória</span></em><span style="font-size:x-small;">, com o diretor do Departamento de Processos Museais do Instituto Brasileiro de Museus (DPMUS/Ibram), Mário Chagas, e o presidente da Associação Brasileira de Museologia (ABM) e representante do Museu da Maré, Antônio Carlos; Roda da Memória &#8211; atividade com </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;">metodologia aplicada pelo Museu da Pessoa; apresentação do projeto pela coordenadora de Museologia Social e Educação do Ibram, Marcelle Pereira; Teia das ações &#8211; momento em que será discutido o inventário participativo a ser desenvolvido pelos pontos de memória, com</span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> participação do antropólogo Oswaldo Martins de Oliveira, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), e do coordenador de Patrimônio Museológico do DPMUS/Ibram, Cícero de Almeida.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Durante o evento, t</span><span style="font-size:x-small;">amb</span><span style="font-size:x-small;">ém está prevista uma </span><span style="font-size:x-small;">mobilização museal inusitada, o </span><em><span style="font-size:x-small;">Museu do Cortejo</span></em><span style="font-size:x-small;">, no qual os representantes dos pontos de memória vão apresentar objetos representativos do trabalho desenvolvido para a memória da comunidade.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#ff6600;">Pontos de Memória</span></span></strong><span style="font-size:x-small;"> &#8211; O Instituto Brasileiro de Museus &#8211; Ibram, no âmbito das ações da </span><em><span style="font-size:x-small;">Política Nacional de Museus e dos Programas Mais Cultura e Cultura Viva – da Secretaria da Cidadania Cultura – SCC/MinC,</span></em><span style="font-size:x-small;"> em parceria com o Ministério da Justiça, está apoiando em 12 capitais brasileiras o desenvolvimento do </span><em><span style="font-size:x-small;">Projeto Pontos de Memória</span></em><span style="font-size:x-small;">, que visa a valorização de iniciativas de grupos comunitários que desenvolvem trabalho no campo da memória social.</span></p>
<p><span style="font-size:small;"> </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Confira a programação:</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#ff6600;"><span style="text-decoration:underline;">Teia Brasil 2010</span></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">Teia da Memória &#8211; Ibram</span></strong><span style="font-size:x-small;"> </span><br />
<span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">26/03 &#8211; Teia das Ações</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">14h00</span></strong><span style="font-size:x-small;"> &#8211; Recepção e Credenciamento Programação Pontos de Memória</span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">14h30</span></strong><span style="font-size:x-small;"> – Mesa de abertura: Teia Brasil 2010</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Organização dos Estados Ibero-americanos- OEI</span></em></p>
<p><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania &#8211; PRONASCI</span></em></p>
<p><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Secretaria de Cidadania Cultural &#8211; SCC</span></em></p>
<p><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Instituto Brasileiro de Museus &#8211; Ibram</span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em> <em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">15h00</span></strong><span style="font-size:x-small;">–</span> <span style="font-size:x-small;">Apresentação do</span> <span style="font-size:x-small;">Programa Cultura Viva e Ibram</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span> <em><span style="font-size:x-small;">Secretaria de Cidadania Cultural – SCC</span></em></p>
<p><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Instituto Brasileiro de Museus &#8211; Ibram</span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">16h00</span></strong> <span style="font-size:x-small;">- Intervalo</span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">16h15 </span></strong><span style="font-size:x-small;">– </span><span style="font-size:x-small;">Mesa: O Poder Transformador da Memória</span></p>
<p><em><span style="font-size:x-small;">Mário de Souza Chagas &#8211; Depmus/Ibram</span></em></p>
<p><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Antônio Carlos – Presidente da Associação Brasileira de Museologia </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> representante do Museu da Maré</span></em><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">17h30 – </span></strong><span style="font-size:x-small;">Roda de Memórias </span><em><span style="font-size:x-small;">(Metodologia &#8211; Museu da Pessoa)</span></em></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">19h00 – </span></strong><span style="font-size:x-small;">Saída do</span> <span style="font-size:x-small;">Museu Cortejo </span><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">27/03 &#8211; Teia das Ações</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">08h30</span></strong><span style="font-size:x-small;"> – Dinâmica de acolhimento</span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">09h00 – </span></strong><span style="font-size:x-small;">Apresentação do Programa Pontos de Memória</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span> <em><span style="font-size:x-small;">Marcelle Pereira – Coordenadora de Museologia Social e Educação </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em> <em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Depmus/Ibram</span></em><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">10h00 &#8211; </span></strong><span style="font-size:x-small;">Mesa: Inventário Participativo</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Oswaldo Martins de Oliveira – Universidade Federal do Espírito </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em> <em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Santo/ UFES</span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em></p>
<p><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Cícero Almeida – Coordenador de Patrimônio Museológico –</span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em> <em><span style="font-size:x-small;"> </span></em> <em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Depmus/IBRAM</span></em></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">11h00</span></strong><span style="font-size:x-small;"> – Debate</span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">12h00 – </span></strong><span style="font-size:x-small;">Almoço</span><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">14h00 &#8211; </span></strong><span style="font-size:x-small;">Pontos de Memória:</span> <span style="font-size:x-small;">metodologia e diretrizes para os próximos</span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> anos</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Cláudia Rose – Chefe de Núcleo Museologia Social/ Coordenação </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em> <em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Museologia Social e Educação Depmus/Ibram</span></em></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"> </span><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Wélcio de Toledo, Inês Gouveia e Daniel Fernandes- Consultores </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em> <em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> </span></em><em><span style="font-size:x-small;"> Pontos de Memória/Ibram –</span></em></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">15h00</span></strong><span style="font-size:x-small;"> – Grupos de Trabalho – Diretrizes dos Pontos de Memória para os próximos anos</span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">16h00 –</span></strong><span style="font-size:x-small;"> Intervalo</span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">16h15 &#8211; </span></strong><span style="font-size:x-small;">Plenária dos Grupos</span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">17h00 – </span></strong><span style="font-size:x-small;">Saída do</span> <span style="font-size:x-small;">Museu Cortejo</span><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">28/03 &#8211; Teia das Ações – Plenária Geral</span></strong><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">Equipe Responsável pela Ação Pontos de Memória na Teia Brasil 2010:</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">Realização: Departamento de Processos Museais e Departamento de Difusão Fomento e Economia de Museus.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">Coordenação da Ação: Marcelle Pereira</span></strong></p>
<p><a href="mailto:marcellepereira07@gmail.com" target="_blank"><span style="font-size:x-small;">marcellepereira07@gmail.com</span></a><span style="font-size:x-small;"> 21 9304-9715</span></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;">Coordenação Logística: </span></strong><span style="font-size:x-small;">Kiki Storino</span></p>
<p><a href="mailto:kikistorino@gmail.com" target="_blank"><span style="font-size:x-small;">kikistorino@gmail.com</span></a></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Responsável relatoria: Cláudia Rose</span> <span style="font-size:x-small;">e Patrícia Albernaz</span></p>
<p><a href="mailto:claudiarose@terra.com.br" target="_blank"><span style="font-size:x-small;">claudiarose@terra.com.br</span></a></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Mediadora: Joana Regattieri</span></p>
<p><a href="mailto:joanaregattieri@gmail.com" target="_blank"><span style="font-size:x-small;">joanaregattieri@gmail.com</span></a><span style="font-size:x-small;"> </span><br />
<span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Comunicação: Sara Schuabb</span></p>
<p><a href="mailto:sara.schuabb@ibram.gov.br"><span style="font-size:x-small;">sara.schuabb@ibram.gov.br</span></a></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="color:#ff6600;">Local do evento:</span></strong> Instituto de Arte e Cultura do Ceará /Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura  - Rua Dragão do Mar, Praia de Iracema, Fortaleza – CE. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Informações no <strong>(</strong><strong>85)3488-8600</strong></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/accosta.wordpress.com/5137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/accosta.wordpress.com/5137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/accosta.wordpress.com/5137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/accosta.wordpress.com/5137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/accosta.wordpress.com/5137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/accosta.wordpress.com/5137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/accosta.wordpress.com/5137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/accosta.wordpress.com/5137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/accosta.wordpress.com/5137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/accosta.wordpress.com/5137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/accosta.wordpress.com/5137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/accosta.wordpress.com/5137/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/accosta.wordpress.com/5137/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/accosta.wordpress.com/5137/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=accosta.wordpress.com&amp;blog=5828045&amp;post=5137&amp;subd=accosta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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